terça-feira, 2 de maio de 2017

28 de Abril de 2017

   Guardem esta data! Assim como o 11 de Setembro de 2001 encerrou o século 20, o 28 de Abril de 2017 sepultou a esquerda brasileira. A partir de agora, quem acreditar num mundo à parte da liberdade e do capital, terá de escolher outra estratégia e abandonar as surradas doutrinas da revolução socialista, pois não mais poderá contar com a era dos sindicatos, que encerrou naquele dia. O Brasil e os brasileiros viram, assistiram, sofreram na pele e concluíram claramente que o acontecido na sexta-feira, onde a CUT e sucursais do sindicalismo pelego existente desde o Estado Novo de Vargas transformaram o país num inferno, estas foram enterradas após trágico velório público presenciado, com ampla cobertura das redes de TV.

   Ao se colocarem frontalmente contra a liberdade de ir e vir e não permitirem o cidadão de escolher se quer, ou não, participar de um movimento paredista decretado unilateralmente; ao bloquearem vias e transportes públicos; ao usarem da violência explícita contra quem tinha mais o que fazer, lideranças sindicais e seus soldados usaram de artifícios dignos das SS nazistas e da genocida milícia bolivariana, que só na última semana assassinou 29 pessoas livres na Venezuela. 

   Alguém escreveu e reproduzo aqui: "a esquerda perdeu. Perdeu a presidência do país. Perdeu o Congresso. Perdeu as principais cidades. Perdeu os principais estados.
E não apenas isso. A esquerda perdeu também o charme. Perdeu o discurso da pureza. Perdeu o encanto entre os mais jovens. Perdeu o monopólio da bondade.
Neste 28/04/2017, no entanto, ela passa por sua maior derrota.
A esquerda perdeu os trabalhadores. Perdeu o povo. Perdeu a grande massa.
Agora, não dá mais pra tapar o sol com a peneira. Se a esquerda quer ser relevante novamente ela precisará rasgar o véu da prepotência que lhe é muito peculiar e abraçar novos compromissos. Antes de qualquer coisa, é preciso assumir os erros. Pedir desculpas aos mais pobres pela década perdida. Questionar modelos autoritários implantados no continente. Abrir mão de bandidos de estimação… Não dá mais pra fingir que todo mundo que não concorda com ela é racista, machista, analfabeto político e tem nojo de pobre. A esquerda perdeu!”

   Vamos ser claros aqui: as reformas propostas pelo atual governo estão em discussão no parlamento e não há NENHUM direito sendo retirado, posto que esta CLT fascista não traz direitos e sim imposições que mais se assemelham ao período escravagista. Os únicos direitos contra os quais os radicais protestaram foram os direitos dos sindicalistas se alimentarem do sangue do trabalhador por meio da contribuição sindical obrigatória. 

   Em 28 de Abril, vimos acintosamente quem NÃO estava ao lado do trabalhador e da maioria dos brasileiros: o sindicalismo pelego e a esquerda que dele se nutre.

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