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terça-feira, 31 de julho de 2012

O mundo se recuperou da crise de 2009 e em 2012 voltou a consumir minério de ferro em escala ainda mais larga. A Austrália aumentou suas vendas do minério em 12,7%, enquanto o Brasil já anota um acréscimo e 5,1% na extração da commodity. Os dados foram apresentados pela Conferência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento -UNCTAD- através do Fundo Fiduciário do Minério de Ferro, órgão criado e mantido pelos governos de Brasil, Canadá, Suécia e Estados Unidos.

 

Mesmo com um pequeno declínio de produção pela Índia de 7,5% no período, o novo grande extrator e transformador de minério de ferro em aço, a China cravou um aumento de 2,1%, sem falar que a capacidade de produção de aços dos chineses cresce um Brasil a cada ano. Graças a isto, a produção industrial mundial voltou a crescer, no mesmo passo que as exportações de ferro. E não foram só os chineses que compraram mais minério, como coreanos e, pasmem, europeus voltaram a comprar cada vez mais do insumo básico do aço.

 

Parece contra-senso, quando só se fala em crise global nos últimos 4 anos, mas não é porque o mercado do aço é diferenciado. Afinal as "Big 3", Vale, Rio Tinto e BHP Billiton são responsáveis por apenas 1/3 da produção mundial, enquanto que os restantes 2/3 são pulverizados -algo semelhante acontece com o mercado siderúrgico. Assim sendo não existe um "baronato" definidor de política de preços e foram justamente estas extratoras independentes que reaqueceram o mercado. Para ter-se uma noção desta diluição do mercado do ferro "in natura", vejamos que 28% dessa retomada na produção do aço acontece na Australia, 15% na America Latina, 14% na Africa, 20% na Europe, 10% na America do Norte e 12% na Asia. Em dúvida sobre o quanto isso significa? Bem, neste triênio isso vale dizer que o crescimento na produção de minério de ferro vai dos 1,92 bilhões de toneladas em 2011 para 2 bilhões em 2012, atingindo 2,08 bilhões de toneladas 2013.


Este é o sintoma mais evidente do crescimento industrial neste período. A crise financeira persiste, mas o mundo volta a crescer e fica mais forte através da comercialização de bens duráveis e construção civil. Se nós brasileiros aproveitarmos este momento e investirmos no crescimento de nosso parque industrial, em vez de somente vendermos commodities, existe aí uma porta aberta para a colocação em definitivo do Brasil como protagonista mundial, deixando para trás o nefasto sentimento vira-latas de líder periférico. Isto será posto até o fim do atual governo. Oremos!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Remédio para lombriga (via @bolafm)

Quatro lombrigas são colocadas em quatro tubos de ensaio separados
- a 1ª, em álcool
- a 2ª, em fumo
- a 3ª , em esperma
- a 4ª em água mineral
No dia seguinte, o professor mostra o resultado
- a 1ª, lombriga em álcool morta
- a 2ª, no fumo do cigarro morta 
- a 3ª em esperma morta 
- a 4ª em água mineral é a única viva e saudável.
O professor pergunta á classe:
- o que aprendemos com esta experiência?
E "de pronto ", joãozinho responde
Quem bebe, fuma e trepa não
tem lombriga!!

sábado, 24 de setembro de 2011

O Satélite caiu em Novo Hamburgo

No ano em que comecei no jornalismo -e isso aconteceu em outro século- uma das grandes efemérides para as quais a rádio em que trabalhava formou equipe e programou cobertura especial, foi a que tentou relatar a queda do satélite Skylab. Até então o imaginário popular não fazia idéia de que uma geringonça daquelas podia voltar ao planeta por si só, assim como um refluxo de maré.

Fomos todos mobilizados pelo diretor da emissora, saudoso Flavio Alcaraz Gomes, um aficcionado pela "conquista do espaço" que passou os anos 60 criando incansáveis programas de rádio descrevendo aquela nova realidade que, de repente, deixava de ser ficção científica. Até hoje não entendi muito bem porque foi que montamos equipe de cobertura para a eventual queda de um satélite, o qual ninguém tinha a mínima idéia de onde cairia, assim como este que está caindo agora. Sensacional essa Nasa, não é mesmo? São capazes de mandar um homem à Lua e o trazer de volta, enviarem sondas espaciais e robôs até os quintos do universo, mas não conseguem calcular a que horas e onde um monstro do tamanho de um ônibus vai cair sobre nossas cabeças.

Assim sendo pára o mundo inteiro, olhando pra cima -menos quem foi ao Rock In Rio, pois estes estão olhando estrelas do passado- na angústia de imaginar que um simples pedaço da espaçonave, que não derreteu ao reentrar na atmosfera, pode destruir sua casa e liquidar com sua única vida.
Acho que foi neste sentimento que alguns acabaram se empolgando na cobertura do Skylab e, quando todos já estávamos embuídos no espírito de que o plantão era inútil, um de nossos reporteres entra no ar "em edição extra-ordinária" e ao gritos informa que o laboratório espacial estava caindo sobre Novo Hamburgo. Não apenas toda a equipe se mobilizou em direção à capital do calçado, como também a concorrência e lá se foi o grosso da mídia gaúcha procurar o satélite caído sobre nossas cabeças, no vale do Sinos.

Não havia celulares àquela época e, até que a confirmação da queda do Skylab fosse definitivamente negada, um breve período de "A Guerra dos Mundos" se estabeleceu na região metropolitana de Porto Alegre, para gáudio de Alcaraz, que sempre se considerou uma esspécie de Orson Welles do rádio sulriograndense.

Claro que tudo não passou de uma grande barriga e até hoje ninguém sabe o que passou pela cabeça do reporter que garantiu ver o satélite norte-americano despencar do céu sobre a pacata Novo Hamburgo. Hoje, motivo de risadas, mas à época lembro bem que o gerente da rádio jurou que estrangularia o tal reporter assim que ele pusesse os pés na emissora novamente, o que não aconteceu e terminou por catapultar a carreira do colega em outros veículos da nossa imprensa falada.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Com o saco cheio dos novos foquistas que insistem em ocupar todas as trincheiras disponíveis para usar a palavra na tentativa de provar aquilo que 9 anos de governo deles NÃO se mostrou capaz, ou seja: mudar o estado das coisas em favor da maioria -aproveito o ensejo para lembrar que o fato de boa parte da população brasileira estar de saco cheio de tanta corrupção não é uma campanha "tucana".
É apenas uma demonstração popular de que ESTAMOS DE SACO CHEIO e que não vale corrupção entre aqueles que se dizem amiguinhos dos excluídos, tanto quanto não vale de tucanos, papagaios ou quaisquer corruptos, voadores de plumagem ou travestidos de João Ferrador.
É simples assim! Somente uma demonstração de saco cheio. O país não avançará enquanto se conviver com o argumento de que "estamos apenas fazendo o que todos fizeram antes".
Chega, é hora de mudar o perfil deste país. O que mais tem é dinheiro público, vindo do bolso dos extorquidos "contribuintes". Quem torce pelo fracasso das manifestações contra a corrupção é conivente, participante, ou então burro demais pra perceber que o número de manifestantes cresce a cada protesto.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Neste dia 17 de setembro, o trio Gotan Project volta a Porto Alegre para mostrar, no Pepsi on Stage, sua elegante mistura de tango com música eletrônica.
Formado no fim da década de 90, o trio Philippe Cohen Solal (França), Eduardo Makaroff (Argentina) e Christoph H. Müller (Suíça) foi um dos responsáveis por popularizar um gênero ainda em ascensão na época: o tango eletrônico. Com o primeiro disco, La Revancha del Tango, trouxe à tona a doce vingança do estilo bem conhecido por argentinos e brasileiros. Desde então, o Gotan Project tem sido referência em casas conhecidas no mundo inteiro, seja em clubes famosos de Nova Iorque ou nas praias do Rio de Janeiro.
         O segundo trabalho, Lunático (2006), mostrou uma veia mais orgânica e também marcou a aproximação com o jazz. O estilo passou a ser imitado, levando o Gotan a ficar cada vez mais conhecido.  Agora, com mais de dois milhões de álbuns vendidos e cerca de 400 apresentações, eles colocam no mercado o elogiado Tango 3.0.
         Se La Revancha del Tango figurou na lista dos top 100 do The Guardian, o novo trabalho vai conduzir o grupo a um novo patamar. Neste momento, o som da banda não incorpora apenas uma visão cinematográfica de Buenos Aires, mas também do blues nascido no delta do Mississipi, de New Orleans a Nashville, passando pelas ruas movimentadas de Nova Iorque. Um mistura musical que precisa ser vista para que se tenha noção de sua beleza!


GOTAN PROJECT
Onde:                
Pepsi on Stage (Av. Severo Dullius, 1995)
Quando:
17 de setembro, sábado, a partir das 22h
Ingressos:
Mezanino: R$ 150,00
Vip: R$ 200,00
Camarote (com mesa e assentos para seis pessoas): R$ 1500,00
Camarote individual (assento com mesa compartilhada): R$ 250,00
* Os camarotes são vendidos apenas pelo telefone: (51) 3211-2838
Disque Opinião: (51) 8401-0104
Informações:

sábado, 10 de setembro de 2011

Respeito até em duas rodas

Um grupo vem difundindo via Facebook (http://www.facebook.com/photo.php?fbid=1754080407508&set=a.1404352224522.2052137.1103865251&type=1&theater) uma campanha para que os motoristas brasileiros lembrem da importância em deixar as vagas especiais para portadores de deficiência livres, para estas pessoas usarem.
Gosto desta placa de trânsito que encontrei em Bari, Itália, proximo à Basílica de San Nicolas. Diz tudo.
2º Curso de Formação Básica de Degustador de Cachaças

mais compacto, mais prático e precioso,
a ser ministrado pelo Cachaçólogo e Degustador Profissional de Cachaças

Marcelo Câmara,

considerado, internacionalmente, o maior especialista em cachaça.


Dia 6 de outubro, quinta-feira, no Hotel Vermont,
em Ipanema, Rio de Janeiro, RJ,
das 14h às 18h
Contato