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segunda-feira, 1 de junho de 2020

Chegamos ao Fim

Td indica que desta vez seja mesmo o apocalipse. O sul do mundo vive a maior seca em década e meia. Nosso RS perdeu quase metade da safra agrícola em função da estiagem. Mas isto não é o fim do mundo, seria mto bairrismo. Tá certo que nós gaúchos somos mto bairristas, mas não reparar o que se assucede na periferia da grande Alegrete -que se estende da Siberia, passa pelas estepes canadenses até encontrar o Mar do Norte e, a sul vai da Patagonia à Tasmania, englobando o Cabo da Boa Esperança- seria egocentrismo gaudério. Afinal a periferia da terra gaúcha, além de bugingangas e enlatados -que sequer foram produzidos ali pros lados de Santana- agora deu de nos enviar uma tal de Pandemia. 
Ou seja: os viventes estão morrendo feito moscas planeta afora e vai faltar comida. O que ainda falta para decretar o Armagedom??? Sermos governados por gestores públicos capazes de destruir o sistema produtivo e gerador de receitas que movem a economia, quebrando a todos, só pra superfaturarem em compras de emergência? Bah, já acabaram com coisa bem mais importante que a economia, afinal acabaram com o futebol. “Ain… mas tem jogos acontecendo na Alemanha”. Claro, claro, mas para Colorados, Xavantes, Auri-Cerúleos e tricolores, jogo de futebol sem torcida no campo é que nem cavalo sem esporas; vc olha ele no campo e é igualito a um bagual encilhado, mas não serve pra cavalgar. Serve pra que então? Pra uruguaio fazer salame? Pra francês comer em bifes?? Futebol sem torcida é o fim da várzea.
Que soem as trombetas do Novo Aeon. A Era de Aquário começou pra liquidar com td o que conhecemos; “a vós vos é dado conhecer os mistérios do reino de Deus, mas aos outros se lhes fala em parábolas, para que vendo, não vejam; e ouvindo, não entendam”. Chegamos ao fim.


E não me perguntes onde fica o Alegrete

terça-feira, 26 de maio de 2020

Voz da Experiência; Voz de Sabedoria

No dia 17 de Março eu tinha agendado consulta médica, ali na volta da Santa Casa, bem no início da tarde. Logo em seguida saí, pois era só pra solicitar os exames de rotina e liguei para o filho Caçula, que mora pertinho dali. A faculdade dele já havia paralisado as aulas e perguntei se queria comer um cachorrinho na Princesa; ele disse que não sabia onde era isso, mas que pra cachorro quente eu podia contar com a parceria dele sempre. Em seguidinha ele apareceu, atravessamos a Praça Dom Feliciano e fomos até a rua da Praia, onde ele ficou conhecendo o melhor lanche no estilo “hot dog” de Porto Alegre. Tinha recebido meu iPhone novo e precisava comprar alguns acessórios, então pedi a ajuda dele: sabe como é, a gurizada sempre tem ideias mais descoladas para esse tipo de coisa.

Descemos a rua da Praia até que encontramos o que procurava e, como já estávamos no Centrão e, com sede, fomos até a rua da Ladeira beber um chope, pois ainda era verão no sul do mundo e, ao chegarmos ao Tuim, uma visão inédita e desoladora: só a Polaca estava lá -acho que ela mora lá. Éramos os únicos outros clientes. Ficamos de papo com o proprietário André e os garçons, pois ninguém tinha nada pra fazer mesmo. Comentei que acreditava no fechamento do comércio, por parte da Prefeitura. O André falou que, por ele, não fecharia: “trabalho desde os 15 anos, Poli, não sei fica parado”. Dito e feito; naquela noite Porto Alegre foi a “lockdown” por conta do Decreto 20.505. Era o começo desta tragédia que acabou com a alegria e tantos estabelecimentos comerciais e seus respectivos empregos na Capital Gaúcha.

No dia seguinte, ainda sem saber o que estaria aberto ou não, arrisquei ir até o supermercado do bairro, que estava aberto. Fiz minhas compras e reparei que além de mim, somente os funcionários e quase ninguém mais portávamos máscaras. Entre os consumidores, uma senhora com idade para ser minha mãe chegou atrás de mim da fila. Imediatamente ofereci a ela que passasse por mim, mas ela agradeceu, sentou-se no banco disponível no caixa preferencial e respondeu: “esta é a única distração que terei o dia todo; sou aposentada”. Notei o sotaque de alemoa da colônia e ela prosseguiu falando: “sou enfermeira e já passei por muitas epidemias e garanto que esta vai demorar a passar; ninguém sabe como lidar com ela”. Comentei que laboratórios do mundo todo buscavam uma vacina, ao que ela replicou ato contínuo: “a salvação está no plasma; é o plasma que vai salvar quem sobreviver”.

Fiquei com aquilo na cabeça, pois estava ali escutando a voz da experiência. Na primeira visita do filho que estuda Medicina, comentei o assunto com ele que confirmou a tese, mas alertou que não há capacidade de produção em larga escala. Pois agora, passados 2 meses, descubro que iniciativas por todo o planeta que estão tratando pacientes contaminados pelo Covid-19 com plasma contendo imunidade de quem já se curou e está livre dos efeitos da doença há mais de 1 mês. Descubro ainda que Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, desde o fim da semana que passou está captando doações de sangue de infectados curados, para retirada do plasma com anticorpos e estes serem ministrados em doentes em tratamento. Cada doação salva 4 vidas e  pode ser refeita a cada duas semanas.

A voz da experiência falou mais alto uma vez mais. A alemoa tinha razão: o plasma pode ser a salvação

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Fazendo do Limão a Limonada

Ouvindo uma estação de rádio dos EUA conheci a história fantástica de um negócio que tornou-se gigante, no ato do empreendedor em transformar um grande equívoco numa insubstituível oportunidade. O proprietário de um restaurante em Iowa mandou imprimir milhares de cupons contendo uma promoção para quem o apresentasse no ato da compra, no take away. A oferta era: “12 Chicken Nuggets por 2 Dolares”. Mandou imprimir e distribuir, fechou a budega, foi dormir e, quando chegou para abrir o restaurante pela manhã, haviam filas a perder de vista. Ainda nem tinha aberto sua loja quando recebeu da mão do 1º na fila o cupom promocional onde estava escrito: “120 Chicken Nuggets por 2 Dólares”. Um erro de impressão que não foi percebido antes de mandar distribuir. O que vc faria no lugar daquele apavorado empreendedor em tal situação?
De todos pra quem fiz esta pergunta, ouvi como resposta que informaria tratar-se de um engano, pediria desculpas e anunciaria a impossibilidade de cumprir o que está escrito no cupom. Pois o dono do restaurante, vendo o tamanho da fila, fez uns cálculos rápidos, chamou seu pessoal de cozinha, mandou verificar o estoque de carne de frango. Este estava alto em função da preparação para a promoção e o chefe de cozinha sugeriu que passassem toda aquela carne no moedor, com um redutor na saída da máquina, tipo aqueles de encher linguiça e separassem em pequenas porções, bolinhas que nem croquete de festa. Fizeram a primeira leva de 120 unidades, pesaram, calcularam a despesa nos insumos e chegaram à conclusão de que era viável entregar as 120 bolinhas de carne de frango empanado e frito pelos 2 Dólares.
Assim o empreendedor inventou um produto novo, como alternativa aos tradicionais “nuggets”, ao qual apelidou de “Dots” -é como se diz ponto nos links de internet nos EUA- e criou o que veio a ser um sucesso nacional, passando a vender franquias de seu restaurante e produto, em vez de simplesmente entregar alimento. Em tempo: o empresário afirma ter obtido lucro vendendo os 120 Dots de frango por 2 Dólares. Calma, sabedoria, senso de oportunidade e espírito empreendedor fazem toda a diferença entre o susto da tragédia e uma história de sucesso.
Não consegui confirmar a veracidade desta história, mas que é uma bela lição em tempos de insanidade, isto é.

segunda-feira, 13 de abril de 2020

Divide Et Impera

Muito antigo na experiência política da humanidade, vem do latim a expressão, pois foi usada por Júlio César para criar e dominar o Império Romano. Na década de 1950 os EUA viviam o auge da Guerra Fria e veio a Guerra da Coreia, para onde milhares de soldados das FFAA norte-americanas foram enviados. Um deles, um jovem operador de rádio, tinha o dever de captar e transcrever as transmissões de rádio emitidas pelas forças comunistas da URSS. Seu nome: Johnny Cash.
Poucos anos mais tarde a indústria do disco viria a tornar o jovem cadete radialista em uma das maiores minas de dinheiro da história. Conhecido como “The Man In Black”-quase sempre se apresentava vestindo preto- Cash possuía uma voz distinta dos demais artistas e compunha de forma inequívoca e feroz, canções que falavam direto ao coração, sem temor de falar de coisas “politicamente incorretas”, tipo Folsom Prison Blues, de l955. O sucesso só foi crescendo, até que em 1969 ele é chamado a apresentar seu próprio programa de TV. Em determinado episódio, fez um elogio ao Presidente da República, à época o republicano Richard Nixon, uma raposa que criou a distensão com a China comunista e 3 anos mais tarde sofreu um processo de Impeachment, como resultado do caso Watergate, que o obrigou a renunciar. Nixon adorou aquilo que pensava ser uma bajulação -não era, Cash sempre endossou os Presidentes de sua pátria, fossem quem fossem, independente de partido. Assim sendo convidou “The Man In Black” para uma apresentação na Casa Branca, talvez a maior distinção possível a um artista norte-americano. 
Chegaram a mandar um roteiro de músicas que pretendiam ouvir, incluindo duas aberrações, que nem pertenciam ao repertório de Cash. O artista simplesmente cantou o que quis e, claro, sem incluir os pedidos na playlist. E no 1º programa de TV depois do espetáculo na Casa Branca ainda cantou “Blowin In The Wind”, de Bob Dylan, inimigo jurado dos republicanos e da Guerra do Vietnam desde que os EUA se envolveram no conflito da Ásia. Aliás, foi justamente naquele momento que os acadêmicos de universidades da California e New York passaram a demonstrar o “acerto” da política gramsciana em corromper a sociedade pelas mentes e construir a revolução socialista a partir dos bancos escolares.
Foi a partir dali que se instalou o conflito entre “nós e eles”, que parece persistir até hj e está cada vez mais forte 4 gerações depois. A esquerda socialista incubada no socavão acadêmico, cujos ideias ganharam projeção pelas vozes e artes da contracultura, conquistaram o apoio incontinenti da mídia, formada em boa parte, nos EUA, pelas “ovelhas negras” banidas do sistema pelo Macarthismo, durante a Guerra Fria. Uma das teses mais bem postas em prática pelos “filhos da revolução” foi justamente a de dividir para conquistar. Dividir entre negros e brancos; gays e héteros; gordos e magros ou aqueles que defendem a saúde daqueles que defendem a economia. Td isso não passa de uma técnica de guerra usada desde antes da existência da civilização atual, como diria Sun Tzu: “se você usar o inimigo para derrotar o inimigo, será poderoso em qualquer lugar para ir”.
Diante de tais evidências só me resta dar um alerta: CUIDADO!!! ELES QUEREM VOLTAR

quarta-feira, 25 de março de 2020

Tá Todo Mundo Louco

Tá cada um correndo pra um lado e agindo como se só o seu importasse e isso, decididamente não nos ajuda. Sem falar no uso político descarado por parte da oposição ao governo federal. Sendo que poucos estão dando voz, ou prestando atenção ao que é realmente importante neste momento: o tempo e a observação daquilo que ele nos pode oferecer enquanto passa.
Entre sexta-feira(20/3) e sábado(21/3), viralizou pelas redes sociais a informação de um encontro virtual entre o Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e grandes empresários, quando foi feito o pedido de que todos usassem suas influências para paralisar o Brasil até o dia de hoje, quarta-feira(25/3). E isto foi feito com razoável sucesso.
Qual o resultado? A observação passo a passo, hora a hora, dia a dia, já foi tabulada e os dados estão sobre as mesas das autoridades da República a ponto que o Presidente Bolsonaro se apressou a fazer algo que sequer é do seu feitio: requisitou Rede Nacional de Rádio e TV pra dizer que está na hora de buscarmos a normalização gradual da atividade econômica.
A partir desta segunda-feira, devemos manter e reforçar o isolamento das pessoas infectadas, colocar em quarentena pessoas que possam estar infectadas e isolar idosos acima de 80 anos, ou aqueles que apresentam doenças, mesmo que elas não estejam relacionadas com o vírus chinês. Ao mesmo tempo devemos mandar nossas crianças de volta para a aula e abrir as escolas. Fábricas devem ser reativadas, shoppings e padarias devem voltar a trabalhar dentro das restrições recomendadas, mas reabrir e prestarem seus serviços. 
Baseado em que digo isso? Na observação de como foi combatido o coronavírus com sucesso. 
O 2º lugar originalmente atacado pelo vírus chinês, a província de Hubei, na China, sofreu uma intervenção chamada de “Estratégia de Supressão”. No local habitam 60 Milhões de pessoas, população equivalente à da Itália, numa concentração habitacional infinitamente superior à da Lombardia, principal foco da doença na Europa. Houve um bloqueio inicial, semelhante e mais severo ao que houve aqui. Num período curto chegou-se ao pico de infecções e, 12 dias depois começaram a despencar o número de casos confirmados. Há mais de uma semana que Hubei apresenta casos de contaminação comunitária zero e todos os casos descobertos neste período é de gente que veio de fora.
Em Porto Alegre, cidade com 1,4 Milhão de habitantes e densidade demográfica 17 vezes menor que a de Milão, na Lombardia, já tivemos o anúncio de 8 pessoas contaminadas que já apresentaram a imunidade. Este é o ciclo. A partir de segunda-feira(30/3), temos de voltar à normalidade. O tempo que precisava ser ganho já o foi. Agora é hora de tentar salvar a economia e as fontes de trabalho e renda de cada um. Já usamos o tempo a nosso favor. Agora é o momento de usar de bom senso e deixar de lado a insanidade. Não existe vacina; a única forma de adquirir imunidade é depois do contágio. Pessoas vão morrer? Sim, mas muito menos do que tantas que podem morrer de fome se não retomarmos a normalidade

segunda-feira, 16 de março de 2020

COMBATENDO VÍRUS COM HIPOCRISIA

Desde o meio da semana passada a extrema imprensa passou a divulgar massivamente o perigo das concentrações de pessoas, face a pandemia do coronavírus. Um movimento nitidamente orquestrado para que as manifestações populares contra a corrupção não acontecessem. O resultado foi o contrário, com milhões de brasileiros voltando a cobrir as ruas de dezenas de cidades brasileiras, sem medo de serem felizes.
Inclusive na Capital Federal, onde milhares de manifestantes fizeram questão de chegar até o Presidente da República e demonstrar o clamor popular pela luta contra a corrupção. Bolsonaro recebeu os manifestantes mantendo o distanciamento recomendado pelo Ministério da Saúde, por um bom tempo, mas acabou sucumbindo aos apelos de carinho e apoio, terminando por fazer selfies e cumprimentar seus eleitores. 
Ato contínuo, os representantes do Centrão, que comandam a corrupção no Congresso, Botafogo e Batoré, deram entrevistas à noite num evento que reuniu 1.300 convidados em SP, para a inauguração de um novo canal de TV, acusando o Presidente de irresponsabilidade por se juntar ao povão. Provavelmente porque paletó e gravata devem proteger a contaminação pelo vírus com mais eficiência que as máscaras cirúrgicas verde-amarelas usadas pelos manifestantes espalhados pelas ruas de todo o Brasil.
A pergunta que não quer calar nessa guerra de desinformação estimulada pelos poderosos engravatados: o que farão os milhões de brasileiros que precisam se espremer no transporte coletivo para chegar a seus locais de trabalho? As diaristas vão ficar em casa sem receber seus minguados caraminguás com os quais compram o alimento de suas famílias? Parece que presidentes da Câmara e do Senado perderam boa oportunidade de saírem de cena, mas ao insistirem em não resistir às luzes da ribalta, nem perder 15s de fama, deixaram claro que a velha política brasileira prefere seguir combatendo problemas de saúde pública com hipocrisia, em vez de atitudes reais

quarta-feira, 4 de março de 2020

QUATROCENTÃO

Existe uma parte do Brasil que dá certo. É a chamada “locomotiva” desse desordenado país, sempre em via de descarrilhar. Chama-se São Paulo, onde se concentra cerca de um terço do PIB brasileiro, algo em torno de R$ 2,09 trilhão, em 2017, proporcionando R$ 46.412,30 de renda per capita -índice de 1º mundo. Sua capital, onde os gaúchos adoram fazer morada, já está entre as 10 cidades mais ricas do mundo e será em 2025, a 6ª cidade mais rica do planeta.
Ao mesmo tempo o paulistano tem um apego inseparável com o passado, especialmente com seus personagens. Vinha passando pela frente da Prefeitura Municipal, quando vi um bolinho; fui ver e era, ninguém menos que Eduardo Suplicy, atual vereador pela capital paulista, depois de 24 anos como senador da república, distribuindo cumprimentos, selfies e beijos. Contei ao motorista do aplicativo que peguei minutos depois e o comentário foi: “não fez nada em um quarto de século como senador, nada faz como vereador e agora quer ser prefeito; não duvido que se eleja…” Lembrando que a ex-mulher dele, Marta Suplicy, tb é candidata à Prefeitura de si mesmo, já que nenhum partido endossa sua candidatura. Convém lembrar que o apego dos paulistanos a essas figuras do passado, não tem limites e, tanto ela quanto Luiza Erundina, já foram prefeitas de São Paulo e são eternas candidatas em ano de eleição.
Ainda ontem, assistia num canal de TV local, vasta matéria sobre coronavírus, onde um dos médicos convidados para comentar o assunto no estúdio era, ninguém menos que Geraldo Alkmin, aquele que depois de ser Prefeito e Governador por duas vezes, concorreu a Presidente e chegou com 1% dos votos, apesar de ter o maior tempo de Rádio/TV entre todos os candidatos.
Meu pai costumava brincar com o paulistano “quatrocentão”, referência aos 4 séculos de aniversário de Sampa -julho de 1954- onde o dinamismo arrojado do edifício sede do Banespa e seus 161m de altura contrastavam com a Catedral da Sé e suas torres com 92m de altura, inaugurada para celebrar a ocasião. Progresso e apego ao passado se mostram sempre bem nítidos nesta metrópole improvável, onde todo o tipo de arrojo e conservadorismo se mostra provável